Backlinks de outros sites recebem toda a atenção, mas a linkagem interna — links de uma página sua para outra — é o que muitas vezes destrava o ranqueamento. Bem feita, ela diz ao Google o que importa no seu site e empurra autoridade para as páginas que você quer no topo.
Pense no seu site como uma pirâmide: home no topo, páginas de categoria (ou serviço) no meio, e artigos de blog na base. Cada artigo deve linkar de volta para a página de serviço relacionada — porque é a página de serviço que converte, e é nela que você quer concentrar autoridade.
Toda página importante do seu site deve estar a no máximo 3 cliques da home. Se uma página exige 5 ou 6 cliques para ser encontrada, o Google considera que ela tem pouca importância e ranqueia mal.
Evite âncoras vagas como "clique aqui" ou "saiba mais". Use a palavra-chave da página de destino com naturalidade. Exemplo: em vez de "veja nosso serviço aqui", escreva "veja como funciona a gestão de tráfego em Campo Grande". O Google lê esse texto como descrição do destino.
Uma página órfã é aquela que ninguém linka — nem você. O Google demora a indexar, e quando indexa, ranqueia mal. Toda página publicada precisa de pelo menos um link interno apontando para ela, idealmente de uma página relevante e bem posicionada.
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Não há número mágico, mas evite excessos. Páginas com 100+ links internos diluem a autoridade transferida. O foco deve ser na qualidade — links relevantes e contextuais valem mais do que muitos links genéricos no rodapé.
Pode, mas o Google geralmente considera apenas o primeiro link e o seu texto âncora para fins de SEO. Repetir não ajuda mais — vale priorizar o melhor texto âncora no primeiro link.
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